Pegaram o amor e determinaram o que significava e como deveria ser. Disseram que ele não levanta a voz, que ele aceita tudo, que ele é incondicional. Criaram regras de como se possuir o amor. Inventaram qual era o mais importante: o de mãe; e o mais disputado: o do homem.

Pois o Brutamor veio aqui te dizer que não existe o amor certo, nem pela pessoa certa, nem pelo motivo certo. O que existe é o amor que cada um sente, à sua maneira e sobre qualquer coisa e pessoa.

Brutamor é o amor natural, ainda não lapidado, o amor fora das revistas e manuais. É o amor que você constrói de acordo com você mesmo. É o amor natural, genuíno. É o amor pelo homem e pela mulher, mas também, pelo mundo, pela comunidade e, principalmente, por você mesmo.

Morremos quando tentamos nos encaixar em qualquer padrão. Somos humanos, não produções industriais. 

Sarita Deoli

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