Um relacionamento amoroso é, em geral, feito de duas pessoas e todas devem contribuir para o bem da relação. Isso não significa que elas tenham que fazer tudo igualmente, mas que devam acordar o que dá certo pra elas, sem o prejuízo de nenhuma parte.

Por do medo de ser facilmente descartado, cultua-se a tradição de que a pessoa deva se esforçar muito para manter uma relação, pois senão será deixado e/ou trocado. Por conta disso, muitos dão o sangue para continuarem atraentes, se submetem sexualmente a coisas que não gostam, cedem a manipulações…

Acontece que vontade é uma coisa que tem que partir de ambos os lados. Não adianta nada você se matar pra manter acesa uma relação quando a outra parte nem sequer valoriza os seus esforços.

Temos que nos desconstruir muito pra entender que não somos escravos de um relacionamento amoroso e que não é só responsabilidade de um fazer questão da continuidade dele.

Ninguém é obrigado a ficar com quem te machuca. Se desvincular do que te faz mal também é amor. É amor com você e com o outro, pois sozinho ele poderá entender sobre o que fez.

Escrito por Sarita Deoli

Nordestina, advogada e graduanda em psicologia. Criou o Brutamor para discorrer sobre a natureza humana, seu tema preferido. Acredita no valor do autoconhecimento e conhecimento. E também na cura. Tem mais esperança do que tinha antigamente e insiste que não está aqui só de passagem. Sua matéria-prima é o amor.

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